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Cana: Levante contra crise começa hoje em Sertãozinho e segue à Brasília

Com o fechamento de duas das mais importantes vias de acesso à região de Ribeirão Preto – Rodovias Armando de Salles Oliveira e Carlos Tonani – na manhã de hoje (27), com o comércio só abrindo suas portas após o evento de protesto contra a inação governamental em relação à cadeia produtiva sucroenergética, com milhares de trabalhadores e fornecedores marchando juntos, Sertãozinho marcará na manhã desta terça-feira o início das grandes manifestações contra o governo de Dilma Rousseff.
Desde ontem sindicalistas convocados pelas centrais sindicais – Força Sindical e CUT – Central Única dos Trabalhadores à frente – e que representam os sindicatos dos metalúrgicos, indústria da alimentação e comerciários de todo o Estado de São Paulo estão chegando à Sertãozinho.


Produtores de cana de toda a região Centro Sul também participarão com máquinas e veículos agrícolas na manifestação. As indústrias atendendo a pedidos do CEISE Br – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis dispensarão seus trabalhadores no período da manhã para que possam se engajar ao movimento.
Na noite de ontem, dezenas de pessoas lotaram as instalações da Câmara Municipal de Sertãozinho que acolheu as principais lideranças da cadeia produtiva sucroenergética. Para Evandro Ávila coordenador do projeto “Governança Corporativa da Cadeia Produtiva Sucroenergética” que reúne as entidades que representam os trabalhadores, fornecedores de cana, indústria de base e cooperativas do setor agrícola, a presidente Dilma Rousseff precisa saber o tamanho do prejuízo que vem impondo ao setor canavieiro.
“Já são 80 as usinas que pararam de moer, outras 70 estão em processo de recuperação judicial, mais de 300 mil postos de trabalho extintos no setor agrícola só nos últimos 6 anos, a indústria de base esfacelada e caminhando à falência. Nosso recado é curto e grosso: não teremos safra neste ano se Brasília não acolher nossa pauta de reivindicações. Não queremos nem subsídios e muito menos esmola. Queremos e exigimos respeito!”, afirmou.
Evandro Ávila também informou que o projeto de “Governança Corporativa trabalha para a formação da “Frente dos Governadores dos Estados Produtores de Cana”, que deve ser o braço político do movimento e uma “marcha à Brasília”, que deve reunir trabalhadores e produtores de cana de todo o País (Da Redação, 27/1/15)

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