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Polícia intensifica monitoramento por satélite para evitar queimadas

As chuvas neste inverno não têm sido suficientes para evitar um problema que se repete todo ano: as queimadas. Por isso o monitoramento por satélite é intensificado pela Polícia Ambiental na região de São José do Rio Preto (SP).
O inverno deste ano começou com chuva e deu uma aliviada no tempo seco que é típico nesta época do ano. Mas o período é de estiagem e as queimadas continuam sendo uma ameaça. Um canavial de 30 hectares, em Tanabi (SP), pegou fogo no último domingo (19) e destruiu parte da vegetação nativa que existia no local. Algumas árvores não resistiram, sem falar nas aves e animais que ficaram sem o seu habitat.
Para evitar que esse tipo de estrago se alastre a Polícia Ambiental intensifica a fiscalização nessa época do ano. Desde 2010 os policiais contam com um sistema avançado de monitoramento por satélite. Com esse monitoramento é possível saber onde estão os focos de incêndio. “Cada ponto colorido no mapa é um ponto de queimada. O policial entra no serviço e já acessa o sistema e fazer a consulta dos focos e aí vai para o atendimento, que fica mais eficaz”, afirma o tenente da Polícia Ambiental Emerson Mioransi.
Com as informações em mãos os policiais saem a campo em busca dos focos de incêndio. Ao encontrar a área indicada pelo satélite, eles iniciam uma vistoria no local para tentar identificar as causas do incêndio. Com um GPS, os policiais monitoram a área e elaboram uma planilha.
Em um dos casos, o dono do canavial foi multado em quase R$ 34 mil. “A área de cana é uma atividade de risco. Avaliamos também outros danos em mata, áreas isoladas, e estabelecemos o tamanho do incêndio”, diz o capitão da Polícia Ambiental Alessandro Daleck.
Os policiais também intensificaram a fiscalização em áreas que ficam perto das estradas. Só em junho deste ano foram identificados 61 focos de incêndio. Em junho de 2014 foram 87. “O cuidado tem de ser constante e o investimento em prevenção faz toda a diferença”, diz Daleck


Fonte: G1

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