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SUSTENTABILIDADE DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA É RECONHECIDA PELO MUNDO

Estudo da Science e pesquisa de ONG de cientistas para produção ambiental mostram que Brasil conjugou a redução do  desmatamento ao aumento da produção de alimentos

Brasília (06/06) – Na semana em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Brasil ganha três motivos para comemorar, todos relacionados à sustentabilidade da agropecuária nacional. A publicação de um estudo na edição mais recente da conceituada revista Science e a apresentação de uma pesquisa na reunião da Organização das Nações Unidas (ONU), além de relatório de sustentabilidade da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostram que o Brasil produz alimentos sem abrir novas áreas de produção, preservando o meio ambiente.

A avaliação da Science tomou como base estudo do “Earth Innovation Institute”, que aponta o Brasil como o único país que conseguiu, ao mesmo tempo, aumentar a produção agropecuária e reduzir o desmatamento nos últimos anos. Segundo o artigo, desde 2006, os produtores brasileiros pouparam cerca de 86 mil quilômetros quadrados de floresta tropical na Amazônia, o que equivale a 14,3 milhões de campos de futebol. O Brasil é, de acordo com a publicação, o país que mais reduz a emissão de dióxido de carbono (CO2) sem comprometer a atividade rural. No período, o desmatamento da Amazônia caiu de 19,5 mil para 5,8 mil quilômetros quadrados.

As conclusões da revista norte-americana confirmam o entendimento de outro grupo de cientistas, também dos Estados Unidos: Union of Concerned Scientists. A organização sem fins lucrativos destacou que o Brasil conseguiu se distanciar da liderança mundial em desmatamento e do terceiro lugar em emissões de gases. “As mudanças na Amazônia brasileira na década passada e sua contribuição para retardar o aquecimento global não têm precedentes”, aponta o relatório, divulgado em reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, que ocorre em Bonn, na Alemanha.

O posicionamento internacional vai ao encontro da avaliação da CNA, que divulgou nesta semana seu relatório de sustentabilidade, reafirmando o equilíbrio entre produção e preservação ambiental. Além das ações de responsabilidade socioambiental,  o estudo mostra que o setor agropecuário é capaz de reduzir em 22,5% a emissão de Gases do Efeito Estufa (GEE), contribuindo para que o País cumpra o  compromisso assumido, em 2009, durante a 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 15). O Brasil já cumpriu 88% da meta de redução do desmatamento prevista para 2020. O aumento de mais de 178% na produtividade do campo, entre 1976 e 2013, também comprova a sustentabilidade da agropecuária brasileira.



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