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Produtor de etanol pede ICMS menor

Proposta encaminhada ao governo de São Paulo é para reduzir alíquota do imposto de 12% para 7%
Por Gustavo Porto

O setor produtivo de etanol encaminhou ao governo de São Paulo uma proposta para reduzir de 12% para 7% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do álcool hidratado vendido nos postos, em mais uma tentativa de retomar a competitividade da indústria sucroalcooleira. Como contrapartida para equilibrar a receita com o benefício tributário ao etanol, o estudo prevê aumento da alíquota da gasolina de 25% para 26,1% a 28% no Estado.

O Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, teve acesso a detalhes do documento - um estudo elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a pedido da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) - que avalia ainda que seriam gerados de 4,2 mil a mais de 7 mil empregos diretos e indiretos com a recuperação do setor. A proposta já passou pela Secretaria da Fazenda e foi encaminhado ao governador Geraldo Alckmin (PSDB).

A Secretaria da Fazenda avalia com cautela a proposta e indica que, se depender do aval tributário, o pleito dos usineiros dificilmente terá vida longa. O coordenador de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda, José Clóvis Cabrera, considerou o estudo "bem respaldado metodologicamente", mas enumerou três entraves para o sucesso da proposta.

NE discute falta de mão de obra especializada para colheita mecanizada


Andréia Moreno, da redação do JornalCana


A falta de mão de obra especializada para o corte manual da cana-de-açúcar no setor canavieiro e a proximidade do fim do prazo para o processo de queima da matéria-prima por questões ambientais, estimulou a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) a promover debates sobre a mecanização no campo. Um deles aconteceu na tarde dessa quarta-feira (19/2), no auditório da entidade, em João Pessoa, com o case da Usina Tabu, que passou a adotar o método nesta safra 2013/2014. “A mecanização no setor da cana-de-açúcar é inevitável, pois as queimadas serão proibidas a partir de 2017”, destacou o presidente da Asplan, Murilo Paraíso.

O presidente da Asplan, Murilo Paraíso, ressalta que nestes fóruns o setor debate questões que estão ligadas diretamente a atividade e aprofunda conhecimentos que, com certeza, repercutirão em ações de melhorias da atividade de algum modo.

A palestra dessa terça-feira (19) foi organizada pelo Departamento Técnico da Asplan (Detec).

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