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Combustíveis devem ter reajuste de 5%

O governo deve aprovar um reajuste para os preços da gasolina e do diesel até o fim do ano. A ideia original, segundo uma fonte ligada ao Planalto, é corrigir os preços dos dois combustíveis em 5%. Ainda de acordo com a fonte, existe espaço em outubro para aplicar a correção dos combustíveis, devido à estabilidade recente da taxa de câmbio, no patamar de R$ 2,20, e a uma "certa folga" no Índice de Preços ao Consumidor Ampla (IPCA), o índice oficial de inflação do país.

Os dados de inflação sugerem que o Banco Central ainda tem uma pequena "gordura" para acomodar na variação do IPCA deste ano um reajuste de preços da gasolina. Desde janeiro que a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) considera, para efeito da avaliação prospectiva da inflação, que "a projeção de reajuste no preço da gasolina se situa em torno de 5%, para o acumulado de 2013". De lá para cá, no entanto, o aumento da gasolina na bomba foi de 2,5%, embora o reajuste de preço na refinaria tenha sido maior, de 6,6% no início do ano. Com isso, haveria uma margem de correção de preços já contabilizada nas projeções inflacionárias, mas não efetivada.

Área colhida de cana no Nordeste deve diminuir 8% na safra atual

A dificuldade de recuperação dos canaviais afetados pela seca e a elevação dos preços dos insumos farão a área colhida de cana-de-açúcar no Nordeste diminuir 8%, informou nesta quinta-feira (26) a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Segundo estudo feito pela entidade, os custos de produção subirão 6% na safra 2013/2014.

De acordo com a CNA, a seca na região no ano passado afetou a produtividade e obrigará os produtores a investir na formação de novos canaviais para recuperar as áreas afetadas pelo clima. Além disso, os produtores terão mais custos com os insumos agrícolas por causa do dólar mais alto.

Segundo o levantamento, os preços dos fertilizantes devem subir 18% nesta safra. Os herbicidas terão elevação de 9%, enquanto os gastos com mão de obra devem aumentar 7%. Necessárias para a recuperação dos canaviais, as mudas ficarão 6,17% mais caras.

A pressão sobre os custos, informa o estudo, terá impacto direto na produção de açúcar e etanol. As usinas com produção de cana própria devem ter um custo total 13% maior nesta safra na comparação com a anterior. Em relação à produção de etanol, os custos totais subirão 15%, enquanto os do açúcar terão alta de 16%. Parte desse aumento deve ser repassada para os preços.

A análise consta do boletim Ativos da Cana-de-Açúcar, produzido pela CNA e pelo Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP). Os pesquisadores entrevistaram produtores, donos de usinas, associados de cooperativas e fornecedores de insumos em Alagoas, Pernambuco e Paraíba.

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