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Unica discute política de longo prazo com membros do governo

Andréia Moreno, da redação do JornalCana


Com o objetivo de discutir políticas de crescimento do etanol e bioeletricidade, a presidente da Unica, Elizabeth Farina, irá se reunir hoje com membros do governo federal. A ideia é elaborar uma política de longo prazo para o segmento sucroenergético.

Segundo a líder, em declaração ao Valor Econômico, demandas específicas já vêm tratadas há pelo menos um ano, como desoneração tributária e definição de uma política clara para os preços dos combustíveis no país.

Para ela, é importante uma definição por parte do governo do papel do etanol e da bioeletricidade na matriz energética do país, pedido solicitado há anos pelos empresários.


Em entrevista ao JornalCana da edição de fevereiro, a executiva fala de suas expectativas otimistas para os próximos anos. "As perspectivas são muito boas para o mercado. Então, o que temos de cuidar são as regras do jogo estabelecidas pelo governo ou mesmo nas relações internacionais, que alavanquem os negócios do setor", lembra.

Vinhaça reduz custos com adubos nos canaviais

A vinhaça, líquido que antes era resíduo da produção da cana, é hoje adubo natural dos canaviais

Conforme o professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Laércio Alves de Carvalho, que esteve nesta quarta-feira no Showtec 2013, quando aplicado corretamente, a vinhaça dá um ganho de 30 toneladas na produção.

O ideal, conforme o pesquisador, que foi um dos palestrantes da Mostra de Tecnologias sobre Cana-de-açúcar, é que a aplicação da vinhaça, para garantir o aumento da produtividade, precisa ser superior a 150 metros cúbicos por hectare plantada.

“Quando feito de forma correta, a vinhaça aumenta o valor fertilizante e diminui o custo da atividade. Mas se feito de forma incorreta, pode trazer problemas ambientais”, apontou, informando que existem legislações claras para combater esses problemas.

O professor que também é coordenador do Grupo de Estudos da Cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul – Geca-MS – frisou ainda que no estado, as 24 usinas usam a legislação de São Paulo, bem como as exigência do EIA-RIMA – Estudo de Impacto Ambiental. “As usinas utilizam corretamente a vinhaça e cumprem a norma”, defendeu.

Uma proposta para o monitoramento da vinhaça em Mato Grosso do Sul será formulada e entregue para a associação que representa as usinas no Estado e para o governo estadual.

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Pernambuco Equipamentos de Proteção Individual Ltda