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Em manifesto, líderes pedem mudanças emergenciais

André Ricci, da Redação


Conforme anunciado na última sexta-feira, 02/08, com exclusividade pelo JornalCana, cerca de mil trabalhadores se reuniram na Coplacana - Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo, em Piracicaba, SP, para protestar em prol do setor sucroenergético.

Presente no manifesto, o deputado federal Antonio Carlos Mendes Thame apontou alternativas para enfrentar a crise vivida pelo segmento. “O primeiro passo a ser tomado é apresentarmos emendas, projetos, propostas para incentivar o setor, brigando no Congresso para que possamos conseguir avanços na legislação brasileira. O segundo caminho é proceder gestões junto ao governador Geraldo Alckmin para que ele faça aquilo que já foi feito por Mário Covas, quando conseguimos aprovar o Pacto pelo Emprego no Setor Sucroenergético, no final dos anos 90, o que salvou naquela época o setor da bancarrota. O terceiro caminho é a manifestação popular”.

Unida se reúne com senador em busca da liberação de subvenção



A subvenção econômica para os produtores nordestinos, anunciada pela presidente Dilma Rousseff em maio, ainda não saiu do papel. Cerca de 21 mil plantadores nordestinos de cana, prejudicados com o veto presidencial a 10 pontos do projeto de lei regulatório ao pagamento de dívidas rurais da região, criticam a posição do governo pela falta de conhecimento e de sensibilidade diante aos efeitos da seca e dos planos econômicos do passado. O valor chega a R$ 125 milhões

Com o problema, nesta segunda-feira, 05/08, a Unida - União Nordestina dos Produtores de Cana se reúne em Alagoas com o presidente do Senado, Renan Calheiros, para pedir que sejam derrubados os vetos da presidente Dilma Rousseff. Até o dia 20, uma comissão mista parlamentar analisa os vetos, antes de enviar relatório para votação no Congresso Nacional.

A entidade apresentará as justificativas para a ação política em defesa da população rural da região. De acordo com Alexandre Andrade Lima, presidente da entidade, antes de qualquer conversa, é preciso explicar que as dívidas rurais resultam de desastrosos planos econômicos do passado, os quais majoraram as dívidas, impedindo o pagamento. Além disso, também tem os efeitos de secas na produção nordestina, os quais limitaram diretamente a quitação dos compromissos. “Nos dois casos, podemos verificar a interferência e a ineficiência política, portanto, a responsabilidade do endividamento também é do governo federal”, diz.

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