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COMISSÃO MISTA SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS DEBATERÁ BIOCOMBUSTÍVEIS

A Comissão Mista Permanente Sobre Mudanças Climáticas (CMMC) tem audiência púbica na próxima quarta-feira (11) para debater o RenovaBio, política do governo federal para incentivar a presença de biocombustíveis na matriz energética brasileira. O debate está marcado para as 14h30.

Foram convidados representantes dos ministérios de Minas e Energia e de Meio Ambiente, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), do Fórum Nacional Sucroenergético e da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio). O autor do requerimento é o deputado Valdir Colatto (MDB-SC).

Um dos objetivos do RenovaBio é assegurar previsibilidade para o mercado de combustíveis. Também tem por finalidade induzir a eficiência energética e reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa. O governo pretende aumentar de 20% para 28,6% a participação dos bicombustíveis na matriz energética e reduzir de 80% para 71,4% a fatia dos combustíveis fósseis.

A redução na emissões de gases será medida em unidades de créditos de descarbonização (CBIOs). Cada CBIO corresponde a uma tonelada de gás carbônico retirada da atmosfera e trocada por um combustível renovável. As distribuidoras terão que comprar CBIOs dos produtores de biocombustíveis para atingir metas individuais de redução de poluentes. A expectativa é de que isso estimule a produção e o consumo de etanol, biodiesel e bioquerosene.


Fonte: Agência Senado

SECA PREJUDICA DESENVOLVIMENTO DA CANA DE AÇÚCAR EM SÃO PAULO

O canavial queimado pelo sol é tudo o que o produtor não queria ver. Boa parte dos 500 hectares de cana que o produtor Roberto Cossetti cultiva em Ribeirão Preto está com as folhas secas e o talo desidratado. A falta de chuva manchou de amarelo uma paisagem que antes era só verde. Ele estima uma perda de 15% na produtividade dessa safra.

Um levantamento da Escola de Agricultura da USP mostra que a temporada de chuva foi menor nessa safra. Começou em outubro de 2017, com um mês de atraso, e terminou no final de março. Com isso, a ESALQ prevê uma queda de 10% da produtividade dos canaviais na maior parte do estado de São Paulo.

No ano passado, o estado moeu 360 milhões de toneladas. A quebra de produtividade é prevista pela Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo, que reúne 2.500 produtores em cerca de 80 municípios paulistas.

Segundo a ESALQ, Minas Gerais deve perder 3% da safra de cana. Para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, a previsão é mais otimista: aumento de 5%


Fonte: Portal G1



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