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Produtor teme que biocombustível perca status

Aumenta o receio de que o governo reduza o teor de etanol na gasolina, como já fez com biodiesel e diesel

Produtores de biocombustíveis, como etanol e biodiesel, temem que o novo ministro de Minas e Energia (MME), Adolfo Sachsida, use a Pasta para avançar na proposta de redução de mistura de bicombustíveis aos fósseis para controlar a alta dos combustíveis aos motoristas. O ministério não retornou o contato da reportagem.

Desde que os preços dos combustíveis começaram a subir e a pressionar a inflação, o Ministério da Economia vem defendendo a redução das misturas. No ano passado, quando era secretário de Política Econômica, Sachsida chegou a defender uma redução da mistura do etanol anidro à gasolina em reuniões internas de governo, segundo uma fonte a par das discussões. A proposta encontrou resistência nas Pastas de Agricultura e Minas e Energia.

Já a investida no governo contra o setor de biodiesel frutificou. Em 2021, o Ministério de Minas e Energia já reduziu para 10% a mistura do biodiesel ao diesel para este ano. Antes, o cronograma previa teor de 13% até fevereiro e de 14% de março em diante.

Com Sachsida, egresso do Ministério da Economia, no comando do MME, há quem receie novas propostas em Brasília, sobretudo em um momento de novas altas dos combustíveis. A notícia da troca de Bento Albuquerque por Sachsida provocou “incerteza” e “apreensão” entre agentes do setor que nesta semana se encontraram em eventos sobre o mercado de açúcar em Nova York, apurou o Valor.

Conab corrige: Safra 2021/22 deve ser de 270,2 milhões de toneladas


A atual safra de grãos 2021/22 deve ser de 270,2 milhões de toneladas e não de 271,77 milhões de toneladas como informou pela manhã a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estatal retificou os números há pouco. Em relação ao estimado em abril, o volume é 0,3% superior. "Com a revisão, o acréscimo atualizado é justificado pelo aumento na área de soja e do melhor desenvolvimento no final do ciclo das lavouras, sobretudo de arroz, milho e da oleaginosa", disse em nota. "Já em relação ao ciclo passado, que chegou a 255,5 milhões de toneladas, a elevação é de 5,7%."

No caso do milho, a nova estimativa para a produção total é de 114,58 milhões de toneladas. Na primeira safra do cereal, a colheita está em 24,67 milhões de toneladas, enquanto que na segunda a previsão é de uma produção de 87,69 milhões de toneladas e a terceira tem uma estimativa de 2,21 milhões de toneladas. "A atual safra não irá atingir a produtividade potencial, mas ainda tende a ser uma boa produção principalmente pelas lavouras implantadas mais cedo. No entanto, ainda precisamos ter atenção com o desenvolvimento da cultura", disse o diretor de Informações Agropecuárias e Políticas Agrícolas, Sergio De Zen. "A maior parte do milho semeado se encontra em estágios de desenvolvimento em que o clima é preponderante. Para Mato Grosso e Goiás há uma tendência de déficit hídrico. Já em Mato Grosso do Sul e no Paraná, a maior preocupação é com o risco de geadas."

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