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Combustíveis sobem 6,67% e geram o maior impacto no IPCA de agosto, diz IBGE

Os combustíveis ficaram 6,67% mais caros em agosto, o maior impacto positivo sobre a inflação do mês, o equivalente a uma contribuição de 0,32 ponto porcentual para a taxa de 0,19% registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 6, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O litro do etanol ficou, em média, 5,71% mais caro em agosto, enquanto a gasolina aumentou 7,19%, em razão da elevação na alíquota do PIS/Cofins em vigor desde julho e da política de reajustes de preços dos combustíveis nas refinarias praticada pela Petrobras.

Dentro do período de coleta do IPCA de agosto, foram anunciados 19 reajustes de preços da gasolina que, acumulados, resultam em um aumento de 3,40%. Os problemas climáticos nos Estados Unidos, que têm pressionado os preços dos combustíveis no mercado internacional em setembro, podem levar a novos repasses da Petrobras e repercutir mais uma vez no IPCA.

“A alta nos combustíveis pode afetar outros itens, via frete, por exemplo”, disse Fernando Gonçalves, gerente da Coordenação de Índices de Preços do IBGE.

As despesas das famílias com Transportes passaram de 0,34% em julho para 1,53% em agosto, o que resultou num impacto de 0,27 ponto porcentual no IPCA do último mês.

A pressão só não foi mais intensa porque as passagens aéreas apresentaram uma queda de 15,16%, uma contribuição de -0,06 ponto porcentual, compensando parte dos impactos da gasolina (0,27 ponto porcentual) e do etanol (0,05 ponto porcentual).



Fonte: Estadão Conteúdo

Colheita da cana avança, mas rendimento cresce pouco

Produção de cana em Mato Grosso do Sul deve chegar a 50,453 milhões de toneladas na safra 2017/2018, crescimento de apenas 0,3% em relação ao volume do ciclo anterior, de 50,292 milhões de toneladas. Os dados são do segundo levantamento de safra divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A área colhida também deve ter aumento, saindo de 619 mil para 660,4 mil hectares (6,9%). Já a produtividade foi estimada em 76,39 toneladas por hectare, queda de 6% em relação à safra anterior, de 81,25 toneladas por hectare, em decorrência das condições climáticas adversas, como as geadas, além da redução do aporte tecnológico decorrente da crise econômica que o setor enfrentou e desdobramentos dos problemas ocasionados pelo excesso de chuvas que prejudicaram as lavouras em 2015.

Conforme o levantamento da Conab, as últimas chuvas significativas nas regiões centro-sul e leste do Estado, onde se concentram a maioria das unidades produtivas, ocorreram em meados de julho e, com isso, a colheita está avançada nessas regiões produtoras, dada a possibilidade da entrada do maquinário.

Por Daniella Arruda


Fonte: CORREIO DO ESTADO

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