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CHINA QUER NEGOCIAR TAXAS SOBRE PRODUTOS DO BRASIL, DIZ EMBAIXADOR

Embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang: "Como países amigos e bons parceiros, e defensores do livre comércio, demonstraremos toda a vontade de senta para negociar" (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

A China tem “toda a vontade” de negociar a retirada de sobretaxas a produtos brasileiros, como o açúcar e a carne de frango. Foi o que afirmou o embaixador chinês no Brasil Li Jinzhang, em entrevista à Agência Brasil. O diplomata ressaltou que, com a ampliação do comércio,é “normal” surgirem problemas desse tipo e defendeu que haja um processo de coordenação entre as autoridades dos dois países.

“Como países amigos e bons parceiros, e defensores do livre comércio, demonstraremos toda a vontade de sentar para negociar e procurar solução para esses problemas”, disse o embaixador.

SAFRAS REDUZ ESTIMATIVA DE PRODUÇÃO DE AÇÚCAR NO CENTRO-SUL DO BRASIL A 28 MI T

A produção de açúcar no centro-sul do Brasil deve atingir 28 milhões de toneladas na atual safra 2018/19, iniciada em abril, projetou nesta quarta-feira a Safras & Mercado, que anteriormente previa um volume maior, de 31 milhões de toneladas.

Caso se confirme, essa quantidade seria 23 por cento menor na comparação com as mais de 36 milhões de toneladas registradas no ciclo passado.

Em comunicado, o analista da consultoria Maurício Muruci explicou que a revisão para baixo deve-se ao "fato de a safra estar muito mais alcooleira (em torno de 62 por cento em favor do etanol no mix) e, principalmente, à estiagem que assola o centro-sul desde março e que vai reduzir a qualidade da cana, um fator que favorece a produção de etanol".

O centro-sul do Brasil é a principal região produtora de cana do maior player global do setor sucroenergético.

Desde o ano passado, na esteira de mudanças tributárias, uma nova política de formação de preços da Petrobras e a queda das referências internacionais do açúcar levaram as usinas a apostarem na fabricação de álcool.

"Além disso, as projeções de alta no preço do petróleo deverão dar fôlego à demanda para o etanol, com as usinas deixando de lado a produção de açúcar em um momento de grande superávit de oferta em termos globais e de queda de rentabilidade com a commodity", disse o analista.

Para ele, há ainda uma queda nos investimentos em renovação de canaviais que, envelhecidos, perdem produtividade.



Por José Roberto Gomes


Fonte: Reuters

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