ATR

Confira o ATR de Novembro 2017.

Saiba Mais..

Açúcar

Saiba sobre a cotação semanal do Açúcar. Atualizado em 13/06/2017

Saiba Mais..

Etanol

Cotação semanal do Álcool Anidro Combustível e Hidratado. Atualizado em 24/11/2017.

Saiba Mais..

Cana-de-açúcar em Goiás tem cenário positivo na safra 2017/18

Expectativa em relação à safra 2017/2018 é de crescimento de 7,5% da produtividade. Goiás é o segundo maior produtor do País

Goiás é o segundo maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil – perde apenas para São Paulo – e há estimativa de melhora nos patamares de produtividade em relação à safra 2017/2018: um crescimento de 7,5% e uma produção que pode chegar a 70 milhões de toneladas, conforme estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Um dos motivos para esse cenário positivo é a maior quantidade de chuva.

O analista técnico do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag) e da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Alexandro Alves, explica, no entanto, que para um resultado melhor que o registrado na safra passada (67 milhões de toneladas) é preciso ainda aguardar o resultado das chuvas e o comportamento da produtividade para que a colheita não termine mais cedo e se tenha o resultado esperado.

Um impulso que se refletirá em toda a cadeia e na economia, já que Goiás responde por mais de 10% da produção nacional. Por outro lado, é preciso considerar, como pondera, que houve atraso no início pleno da colheita este ano em função do prolongamento das chuvas e a área a ser colhida também caiu 3%, passou de 962 mil hectares para 930 mil hectares. “O que compensa é a expectativa de aumento de produtividade”.

Ele afirma que o Estado está entre os que possui as condições mais favoráveis para o plantio. “São mais de 12 milhões de hectares aptos e o clima facilita com período bem definido de chuva e seca, tem a questão da declividade, áreas planas que facilitam a colheita, além de terras relativamente baratas ao se comparar com São Paulo e Minas Gerais. Há condições de crescimento e é líder em investimentos”, descreve.

Já esse movimento de redução de área, segundo a Conab, tem relação com o fato de que as áreas de expansão para a cultura têm diminuído a cada safra, principalmente próximo às áreas de esmagamento. Isso porque há procura de áreas de terceiros e há renovação com variedades mais produtivas e resistentes a pragas e doenças.

Norte e Nordeste querem ficar com todas as cotas do etanol

Os usineiros das regiões Nordeste e do Norte defenderam que são os únicos do setor produtivo brasileiro que devem ocupar as cotas de exportação de etanol para a União Europeia, que está sendo debatida entre o bloco e o Mercosul, como determina a legislação.
Pela Lei 9362, de 1996, o acesso a mercados preferenciais – ou seja, com cotas de importação com tarifas reduzidas ou sem tarifas – de produtos derivados da cana-de-açúcar deve ser atribuído ao Norte e Nordeste. A justificativa é que, garantindo mercados a essas regiões, fomenta-se seu desenvolvimento socioeconômico.
Porém, nos debates diplomáticos que estão em curso, a União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica), que representa as usinas do Centro-Sul, tem feito fortes críticas à proposta agrícola dos europeus, que estão avaliando propor uma cota de 600 mil toneladas de etanol com taxas menores.
A proposta da União Europeia feita em 2004 era de uma cota de 1 milhão de toneladas. Na semana passada, a entidade divulgou uma nota reclamando do volume que seria proposto.

Parcerias

Pernambuco Equipamentos de Proteção Individual Ltda