ATR

Confira o ATR de Maio de 2020.

Saiba Mais..

Açúcar

Saiba sobre a cotação semanal do Açúcar. Atualizado em Fevereiro/2020

Saiba Mais..

Etanol

Cotação semanal do Álcool Anidro Combustível e Hidratado. Atualizado em Fevereiro/2020.

Saiba Mais..

PRESIDENTE DA CANAPLAN CRITICA FALTA DE AÇÃO DO GOVERNO DIANTE DA CRISE


O período de estiagem de março a maio deste ano deve afetar a produtividade nos canaviais, reduzindo as perspectivas positivas para o segundo e o terceiro terços da safra, afirma Caio. Além disso, há um temor quanto à aceleração da safra por causa das condições climáticas. A moagem pode se tornar mais lenta com a chegada de políticas do governo de auxílio ao setor sucroalcooleiro, mas, por enquanto, a ausência desse pacote de medidas continua sendo um ponto de incerteza para as usinas brasileiras. "Mesmo que as chuvas retornem na primavera, ainda assim o clima seco pode afetar a safra, já que a moagem está acelerada. Enquanto isso, lidamos com a indefinição sobre o financiamento dos estoques", disse na transmissão.


As estimativas para a safra, em virtude desses fatores, se aproximam da registrada na safra 2018/19, segundo os analistas da consultoria. A projeção é de que a safra de cana-de-açúcar 2020/21 registre uma moagem entre 578,8 milhões de toneladas e 585,7 milhões de toneladas. Nessas condições, 44% da cana deve ser destinada para produção de açúcar, que tende a ficar na faixa de 33,46 milhões de toneladas, enquanto os outros 56% podem levar à fabricação de 26,29 bilhões de litros de etanol, de acordo com a Canaplan.


O presidente da consultoria Canaplan, Luiz Carlos Corrêa Carvalho (Caio), afirmou que o cenário para o setor sucroalcooleiro é menos positivo com a pandemia do novo coronavírus. Ele reclamou da falta de ação do governo para amenizar a crise do etanol e citou a seca observada nos últimos três meses e o início acelerado da safra. A avaliação foi feita durante live promovida pela Canaplan sobre as condições e tendências da temporada.


Fonte: Estadão Conteúdo

AÇÚCAR/CEPEA: EXPORTAÇÕES DE AÇÚCAR VOLTAM A REMUNERAR MAIS QUE O MERCADO PAULISTA

Com o açúcar demerara negociado na Bolsa de Nova York (ICE Futures) voltando ao patamar dos 15 centavos de dólar por libra-peso e a taxa de câmbio atingindo altas históricas, os preços do açúcar cristal negociados no mercado spot de São Paulo voltaram a perder vantagem sobre as exportações, após um ano e meio. Segundo cálculos do Cepea, de 10 a 14 fevereiro, enquanto a média semanal do Indicador de Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ foi de R$ 77,28/saca de 50 kg, as cotações do contrato nº 11 da ICE Futures com vencimento em Março/20 equivaleriam a R$ 78,62/sc. Assim, as vendas externas remuneraram 1,74% a mais do que as no spot paulista. Esse cenário não era visto desde o final de agosto/18. No mercado doméstico, pesquisas do Cepea apontam que a maioria das usinas voltou as atenções para as altas do mercado internacional, restringindo ainda mais os volumes ofertados no spot. Compradores consultados pelo Cepea, por sua vez, mostraram pouco interesse em negociar grandes quantidades.


Fonte: Cepea - Esalq/USP

Parcerias

Pernambuco Equipamentos de Proteção Individual Ltda