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AÇÚCAR/CEPEA: EXPORTAÇÕES DE AÇÚCAR VOLTAM A REMUNERAR MAIS QUE O MERCADO PAULISTA

Com o açúcar demerara negociado na Bolsa de Nova York (ICE Futures) voltando ao patamar dos 15 centavos de dólar por libra-peso e a taxa de câmbio atingindo altas históricas, os preços do açúcar cristal negociados no mercado spot de São Paulo voltaram a perder vantagem sobre as exportações, após um ano e meio. Segundo cálculos do Cepea, de 10 a 14 fevereiro, enquanto a média semanal do Indicador de Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ foi de R$ 77,28/saca de 50 kg, as cotações do contrato nº 11 da ICE Futures com vencimento em Março/20 equivaleriam a R$ 78,62/sc. Assim, as vendas externas remuneraram 1,74% a mais do que as no spot paulista. Esse cenário não era visto desde o final de agosto/18. No mercado doméstico, pesquisas do Cepea apontam que a maioria das usinas voltou as atenções para as altas do mercado internacional, restringindo ainda mais os volumes ofertados no spot. Compradores consultados pelo Cepea, por sua vez, mostraram pouco interesse em negociar grandes quantidades.


Fonte: Cepea - Esalq/USP

USINAS ACELERAM FIXAÇÃO DO AÇÚCAR FUTURO E VOLUME PODE ESTAR EM 50% DA SAFRAUSINAS ACELERAM FIXAÇÃO DO AÇÚCAR FUTURO E VOLUME PODE ESTAR EM 50% DA SAFRA

A alta do açúcar se mantendo com sustentação sobre menores disponíveis globais está gerando oportunidade para as usinas brasileiras fixarem os preços das exportações. A commodity desde último dia 10 passou a barreira dos 14 centavos de dólar por libra-peso e o hedge deve ter avançado consideravelmente.

Na balança entre cotação de Nova York (ICE Futures) e dólar, a escalada em reais por tonelada é favorável para as entregas futuras estarem com os preços já acertados, avalia Eduardo Sia, trader da Sucden Brasil.

A cotação do março na bolsa de soft commodities de Nova York está em 14……

No mesmo período do ano passado, na entressafra para o ciclo 19/20, o hedge do açúcar estava “consideravelmente mais baixo”, segundo ele.

Agora, o déficit mundial com a menor produção e exportações indianas, mais componente favorável ao consumo do etanol no Brasil, enxugam os volumes que serão ofertados.

Em dezembro último, as fixações poderiam estar entre 30% e 40%, e agora a estimativa é de 50% de todo adoçante a ser produzido no Centro-Sul na safra 20/21, a partir de abril.

Vale destacar que não há estatísticas sobre fixação de açúcar e a maioria das empresas não a divulgam, de modo que as previsões são sempre baseadas em médias tomadas junto a alguns players e tradings, além das dados consolidados em temporadas anteriores.


Fonte: Money Times

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