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SINDAÇÚCAR-AL ESPERA SAFRA COM ATÉ 17,5 MI DE TONELADAS DE CANA PROCESSADAS

Apesar de as primeiras usinas já terem finalizado o ciclo da cana 20/21 em Alagoas, o presidente do Sindicaçúcar-AL, Pedro Robério Nogueira, afirmou que a safra deve se estender um pouco mais e chegar a segunda quinzena de março, promovendo ainda um aumento na quantidade de cana processada em comparação ao ciclo anterior.

Fonte: Assessoria

“Quando fizemos a primeira avaliação da safra em setembro passado, a indicação era um cenário de 18 milhões de toneladas de cana. Em novembro, houve uma interrupção do ciclo de chuva, e revisamos a safra para um número abaixo de 17 milhões de toneladas. Mas, em fevereiro, fizemos uma nova avaliação e foi constatado um desenvolvimento melhor em algumas áreas de cana. Com isso, devemos finalizar o ciclo entre 17 a 17,5 milhões de toneladas de cana processadas”, afirmou o presidente do Sindaçúcar-AL, Pedro Robério Nogueira.

De acordo com ele, com este cenário o setor demonstra que está saindo do ciclo de involução da produção. “Saímos de uma safra de 13 milhões de toneladas para 16 milhões e agora estamos perseguindo as 18 milhões de toneladas. Isso representa um esforço dos fornecedores e dos industriais. Tudo que é feito é com o objetivo de aumentar a safra, levando a um crescimento sustentado. Nesta moagem atual, teremos uma queda muito menor tanto no açúcar, quanto no etanol do que a quebra de expectativa que a gente verificará na cana”, afirmou.

A safra 20/21 teve início na segunda quinzena de agosto do ano passado e contou com 15 unidades industriais em operação no ciclo. Até o mês de fevereiro, três unidades já haviam finalizado a moagem no Estado.


Fonte: Jornal de Alagoas - retirado do Portal CanaOnline

COMBUSTÍVEIS NO BRASIL ESTÃO 8% MAIS BARATOS QUE NO MERCADO EXTERNO, DIZ ASSOCIAÇÃO

A entidade afirma que o preço médio da gasolina deveria ter um reajuste de R$ 0,21 e o do diesel, de R$ 0,23 para viabilizar importações

A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) informou nesta sexta-feira, 26, que apesar dos recentes aumentos do diesel e da gasolina, esses combustíveis continuam com defasagem em relação aos preços internacionais, de 8% em média. De acordo com levantamento da entidade, o preço médio da gasolina deveria ter um reajuste de R$ 0,21 e o do diesel, de R$ 0,23 para viabilizar importações.

A pior situação, segundo a Abicom, é do Porto de Itaqui, onde o preço dos combustíveis são negociados com defasagem de 10%. A menor defasagem foi registrada no Porto de Santos, de 7%.

A dúvida é se a estatal fará novos aumentos antes da saída do atual presidente, Roberto Castello Branco, que perdeu o posto justamente pelos recentes aumentos desses combustíveis no mercado brasileiro, considerados excessivos pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

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