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COMERCIALIZADORAS BUSCAM PELO SELO VERDE DA UNICA COMO DIFERENCIAL PARA CLIENTES

Todo dia uma comercializadora do mercado livre bate à porta da Única, associação que reúne a indústria da cana-de-açúcar, para conhecer o selo verde de energia. Criado em 2015, o selo vem ganhando força no segmento desde o ano passado, alinhado com a crescente necessidade das empresas comprovarem adesão a formas sustentáveis de consumo de energia. Munidas do selo, as comercializadoras podem comprovar a origem da compra de energia e aumentar a competitividade da biomassa entre tantas fontes.

"Quando a comercializador obtém o selo energia verde é uma comprovação técnica de que ele adquiriu uma energia sustentável, e no meio de tantas fontes, o consumidor escolhe para comprar a biomassa, em vez de uma hidrelétrica, térmica, ou eólica", diz o gerente de Bioeletricidade da Única, Zilmar José de Souza.

Segundo ele, os objetivos do programa são oferecer ao mercado livre a possibilidade de mostrar preocupação com o consumo de energia elétrica renovável e estimular a expansão da bioeletricidade e do próprio ambiente livre. Do total gerado por essas usinas de cana certificadas, cerca de 64% é destinado a esse mercado, informa Souza.

SETOR COMPENSA PERDAS NO ETANOL COM AÇÚCAR

A pandemia do Covid-19 ainda está gerando resultados negativos no consumo de etanol hidratado. Porém, em Minas Gerais, a queda registrada já é menor que a verificada no início da pandemia e o biocombustível vem ganhando competitividade frente à gasolina, o que é importante para a recuperação do consumo. Por outro lado, o setor vem reduzindo os prejuízos do mercado do etanol hidratado com a produção maior de açúcar, que está com a demanda elevada e preços remuneradores.

De acordo com o presidente da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig), Mário Campos, o mercado de combustíveis ainda sente o reflexo negativo em função do atual momento, em que parte das atividades está suspensa e se tem um número de veículos menor circulando.

“Nós tivemos uma queda grande no consumo no início da pandemia, mas estamos observando uma redução dessa retração de consumo ao longo dos meses. Hoje, a queda no mercado de combustíveis está entre 20% e 30% dependendo do mercado. Em relação ao etanol, no início do ano, com a queda dos preços da gasolina, o etanol hidrata- do perdeu mercado, mas os aumentos recentes registrados na gasolina fizeram com que houvesse um aumento do share do hidratado. Hoje, a relação de preços do etanol frente à gasolina está abaixo de 65%, o que estimula o consumo e contribui para a recuperação do mercado perdido para a gasolina”, avalia.

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Pernambuco Equipamentos de Proteção Individual Ltda