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APÓS MECANIZAÇÃO, INDÚSTRIA DE COLHEDORA DE CANA SE AJUSTA AO MERCADO

O fim das queimadas da cana-de-açúcar na região centro-sul do país deu um impulso às indústrias de colhedoras de cana no país. As vendas, que chegaram a 1.500 unidades por ano, recuaram, porém, para 721 unidades em 2017.

Atualmente, 97% das lavouras de cana já são mecanizadas na região centro-sul, o que faz com que as indústrias reestruturem a produção com base nas novas necessidades de mercado.

Na avaliação de Roberto Biasotto, gerente de marketing de produto da Case IH, um dos focos do mercado agora será o de reposição de máquinas. A operação contínua durante a safra traz um desgaste grande para esses equipamentos.

As apostas se voltam também para as regiões do Norte do Nordeste, onde a mecanização ainda está em 25%. Devido à topografia e à área restrita dos canaviais nessas regiões, a demanda será pequena, em reação ao que foi no centro-sul.

Biasotto afirma que a adoção de novas tecnologias vai gerar demanda. As máquinas ganham eficiência a cada ano e suprem cada vez mais a necessidade das usinas no uso contínuo dos equipamentos.

PREÇO DO ETANOL É ATRATIVO EM 65% DO MERCADO BRASILEIRO

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) revelam que o desempenho médio do biocombustível hidratado em relação à gasolina C é vantajoso em sete estados, mais o Distrito Federal.

Ao dividir o preço do produto pelo do seu concorrente fóssil, os consumidores têm notado diferenças recordes nas bombas. A paridade entre os dois combustíveis tem ficado abaixo de 73% tanto em locais onde o combustível renovável é mais consolidado - Mato Groso (54,8%), São Paulo (57%), Minas Gerais (59,2%), Goiás (59,9%) e Paraná (61,9%), como também em estados normalmente pouco atrativos para o consumo do renovável, dentre eles o Distrito Federal (69,9%), Rio de Janeiro (66%) e a Bahia (71,8%).

“Juntos, estes mercados representam 65% do consumo nacional de combustíveis (gasolina/ etanol). Isso indica a forte competitividade do biocombustível, que, somente em julho, viu a sua participação nos combustíveis do ciclo Otto aumentar para 27,31%, percentual que só não foi maior do que o registrado em outubro de 2010 (27,50%)”, afirma o diretor Técnico da UNICA, Antonio de Padua Rodrigues.

No mês passado, o Brasil consumiu 1,60 bilhão de litros do hidratado, a maior demanda mensal registrada em 2018 - crescimento de 7,62% sobre junho deste ano.




Fonte: Unica

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